terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Nova casa

Após meses entre expectativas, idas e vindas para conseguir concretizar as negociações, finalmente este fim de semana nos mudamos para uma nova casa (não confundir com "casa nova" rs). Apesar dela ser esteticamente bem mais antiga que a anterior, estamos contentes por morar mais próximo do centro da cidade e além de ter benefícios bem mais atraentes que a velha casa (não confundir com "casa velha" rs).

Já vinhamos desde a semana passada trazendo as coisas que já estavam encaixotadas e deixamos o essencial para o fim de semana do carnaval, que escolhemos porque teríamos mais tempo de colocar as coisas em ordem e sem atropelos, se compararmos com um fim de semana tradicional.

Mas como tudo que é normalmente bem planejado não sai como se espera, a nossa mudança não foi diferente! O que era para começar nas primeiras horas do sábado, iniciou no fim da tarde de sexta e com muita chuva. E o que era para ser feito com movimentos sincronizados nos sábado, acabou sendo atropelado pela vinda antecipada do comprador da velha casa (que estava planejado para vir na parte da tarde). O resultado: Henrique chorando pela 'perda' da casa, mamãe chorando por dó do garoto e por se sentir 'despejada', e a tensão de ter que acelerar o transporte para diminuir o desgaste do dia. Por uma boa felicidade, tivemos a ajuda da nossa antiga vizinha Ana e seus filhos que foram essenciais para este momento de transição.

Em resumo, a vinda do vovô Joel e vovó Helena também foram cruciais para que as tensões da transição fossem as menores possíveis.

Esperamos que uma nova mudança demore para acontecer, mas se não demorar, que ela seja recheada de pessoas boas como tivemos dessa vez.


domingo, 23 de dezembro de 2012

[Mensagem da Vovó Helena] meu neto Henrique

Meu neto Henrique,
Há muito desejo falar sobre você, meu amado Henrique, o mais novo membro de “Uma certa família Bernardes,” que o Criador nos  enviou  no dia 8 de dezembro, como presente de Natal. Você trouxe para todos nós, e principalmente para mim, uma alegria indefinível,  comparável ao dia do meu casamento, ao nascimento de seu pai Joelson, de seu tio Maurício, ao casamento dos dois com a Rose e a Luciana além de muitos outros momentos em família,  pois renovou minha esperança de que podemos ser melhores, desde que tenhamos ao nosso lado  pessoas amadas que nos apóiam,  nos fortalecem e também nos fazem felizes. Assim queremos que se sinta em nosso meio e é assim que me sinto quando estamos juntos, porque você é tudo e mais, que nós podíamos  pedir a Deus. Queremos também que você cresça forte, inteligente, saudável e que esta criança maravilhosa de hoje, seja um homem de bem, honesto, tolerante e  saiba reconhecer toda a dedicação e o amor de seus pais e familiares.

Saiba que desde o seu nascimento queria registrar sua evolução, como fiz no diário de seu pai e de seu tio, mas percebi que o Joelson tem feito este trabalho com perfeição, pois os tempos são outros e a tecnologia nos permite ir além. Acompanhando o seu blog e brincando com você, há  ocasiões em que, pelas suas atitudes, vejo seu pai  e seu  tio pequenos, o que me remete ao passado, trazendo de volta aqueles momentos tão gratificantes. Mas embora você seja você, traz do berço a vivacidade e a inteligência tão próprias das famílias Cunha e Bernardes e como professora, posso constatar e comprovar estas qualidades cognitivas, sua memória e  seu índice de inteligência acima da média. Mas o que me causa espanto é que nas avaliações escolares individuais, não são mencionadas estas suas habilidades tão complexas e tão presentes. Sendo assim, aproveito para  então registrar  toda a sua trajetória  através dos números e das letras, o que me torna uma avó  coruja e orgulhosa:
  • Com 1 ano e seis meses você já  conhecia os números de um a dez, graças ao tapete  de EVA que seus pais lhe presentearam ( inclusive nem sabia falar direito os números seis e nove – era “teis” e “ none”). Até pensei que iria ser cientista matemático, pois sabia os números das placas dos carros.
  • Por volta dos 2 anos, sem esquecer os números, se voltou para as letras e desde então os seus melhores presentes são o alfabeto ( as Letrinhas, como você diz). Apegou-se ao computador e nele aprendeu muito mais sobre números e letras.
  • Dos 2 aos 3 anos, você se dedicou ao aprimoramento, cantando e lendo em inglês e português o alfabeto, reconhecendo o seu nome no quadro e no computador. Até na sua escola “Gente Miúda” você se destacou por só querer brincar com as letras.
  • Dos 3 aos 4 anos você  evoluiu cada vez mais, aperfeiçoando todo o conhecimento  adquirido, exercendo seu poder de memória, sabendo escrever seu nome, lidando com as letras de maneira excepcional e já prenunciando a formação de palavras ( por reconhecer os sons e os nomes das letras em textos, televisão, computador e revistas), além de ficar mais desinibido e conversador.
Você acaba de fazer 4 anos  e nós só temos que agradecer a Deus e a seus pais por você fazer parte da nossa família. Saiba que eu e seu avô Joel o amamos demais e desejamos que seja muito feliz. Que seu anjo da guarda o proteja e ilumine seus passos e que Jesus e  Nossa Senhora estejam ao seu lado durante toda a sua vida.

Dos  avós,
               Helena e Joel

domingo, 4 de novembro de 2012

[mensagem do vovô] Contribuição

Como convidado, aqui vai a minha contribuição:

Em 01.11.2012, o Papai foi submetido à uma cirurgia denominada Vasectomia.
O Henrique, como de costume, queria brincar com o pai e este, informou; o papai não pode brincar pq. está dodói.
Henrique: Onde, papai:
Papai: Aqui, Henrique. Cuidado. Pode doer. Papai dodói.
Henrique: Levando o rostinho (querido) até o ponto mostrado: Papai, vou beijar para sarar. E beijou o papai.
Foi emocionante.
Esse macanudo é demais...sem puxar brasa para a nossa sardinha.
Joel e Vó Helena... ele só tem Vó

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Porquê?

"Papai"

"Diga Henrique"

"Quem é esse moço?"

"É o Milton Nascimento"

"Mas papai, 'pôquê' ele é 'pêto'?"

"Por que ele nasceu assim Henrique."

"Mas papai, 'pôque' ele não é Rosa ou Azul? 'Pôque' ele nasceu 'pêto'?"

"Realmente é uma boa pergunta Henrique."