quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Um astro pra alguém
Ter filhos bem pequenos é ver ele olhando a foto do Reinaldo Gianechini, apontando e dizendo: "papai"!
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Uma tar de Roséola...
Passar o dia dos pais com um certo alívio não tem presente melhor!
A questão dos valores varia de família para família, porém creio que a maioria há de concordar que saúde é uma condição prioritária em qualquer circunstância.
Desde a madrugada de quinta-feira o bebê vinha apresentando febre alta e sem motivos. No início pensávamos que fosse uma coisa corriqueira, mas quando medimos e encontramos assustadores 39,5° de temperatura, o nosso grau de alerta subiu as alturas e iniciamos com a tradicional Novalgina, mas sem resultados definitivos.
Nas primeiras horas manhã já partimos para o pronto-atendimento do plano de saúde e o médico diagnosticou crise de bronquite e placas de pus na garganta, obrigando o bebê a receber a primeira e dolorosa benzetacil seguinda de uma terrível inalação. Pelo menos foi essa a nossa constatação baseada na reação dele com berros e choros incontroláveis devido a esse tratamento de choque.
Nossa preocupação continuou pois a medicação não fez efeito e a febre continuava oscilando, porém curiosamente o humor do bebê se manteve estável, porém os sinais da alta temperatura continuavam latentes. E nesse caso nada melhor do que contar com a experiência dos avós para diminuir nossas ansiedades e prestar o apoio crucial num momento de preocupação. E dessa vez não foi diferente: vovô Joel e vovó Helena vieram nos ajudar deixando os seus compromissos de lado para passarem o fim de semana conosco.
Somente no domingo, dia dos pais, é que realmente soubemos o que ocorria com o bebê. A febre despareceu por completo de manhã e a pele dele se encheu de pontinhos vermelhos. Mais uma vez corremos para o pronto atendimento e a médica de plantão diagnosticou Roséola.
Resolvido o problema, restou para os avós a "inglória" tarefa de ficar mais uma semana em casa cuidado do bebê enquanto ele permanece de quarentena.
A nós, pais desesperados, fica o alívio de saber que tudo volta ao normal e para a mãe resta a brincadeira de que o bebê estava com excesso de carinho por conta da ROSÉola.
E no dia dos pais, as tradicionais meias são presente pela passagem da data, mas a felicidade de ver o bebê tranquilo não tem preço!
A questão dos valores varia de família para família, porém creio que a maioria há de concordar que saúde é uma condição prioritária em qualquer circunstância.
Desde a madrugada de quinta-feira o bebê vinha apresentando febre alta e sem motivos. No início pensávamos que fosse uma coisa corriqueira, mas quando medimos e encontramos assustadores 39,5° de temperatura, o nosso grau de alerta subiu as alturas e iniciamos com a tradicional Novalgina, mas sem resultados definitivos.
Nas primeiras horas manhã já partimos para o pronto-atendimento do plano de saúde e o médico diagnosticou crise de bronquite e placas de pus na garganta, obrigando o bebê a receber a primeira e dolorosa benzetacil seguinda de uma terrível inalação. Pelo menos foi essa a nossa constatação baseada na reação dele com berros e choros incontroláveis devido a esse tratamento de choque.
Nossa preocupação continuou pois a medicação não fez efeito e a febre continuava oscilando, porém curiosamente o humor do bebê se manteve estável, porém os sinais da alta temperatura continuavam latentes. E nesse caso nada melhor do que contar com a experiência dos avós para diminuir nossas ansiedades e prestar o apoio crucial num momento de preocupação. E dessa vez não foi diferente: vovô Joel e vovó Helena vieram nos ajudar deixando os seus compromissos de lado para passarem o fim de semana conosco.
Somente no domingo, dia dos pais, é que realmente soubemos o que ocorria com o bebê. A febre despareceu por completo de manhã e a pele dele se encheu de pontinhos vermelhos. Mais uma vez corremos para o pronto atendimento e a médica de plantão diagnosticou Roséola.
Resolvido o problema, restou para os avós a "inglória" tarefa de ficar mais uma semana em casa cuidado do bebê enquanto ele permanece de quarentena.
A nós, pais desesperados, fica o alívio de saber que tudo volta ao normal e para a mãe resta a brincadeira de que o bebê estava com excesso de carinho por conta da ROSÉola.
E no dia dos pais, as tradicionais meias são presente pela passagem da data, mas a felicidade de ver o bebê tranquilo não tem preço!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Relatório da semana
Semana passada, ao voltarmos do aniversário do padrinho, percebemos que o bebê teve febres momentâneas e esta ocorrência aconteceu também durante a semana. Mamãe, como sempre com a visão além do alcance, levou ele para um consulta no pronto atendimento do plano de saúde onde foi constatada infecção de ouvido. Ou seja: uma semana regrada a generosos 5ml de antibióticos duas vezes ao dia para tentar controlar o problema que estava por vir.
Neste fim de semana recebemos a visita da vovó, prima Isabela e respectivos Fran e Dé que foram passear no parque temático em Vinhedo, e aproveitaram para nos fazer uma visita. Incrível foi ver a felicidade do bebê quando reconheceu todos eles na sexta-feira e mais incrível ainda foi o trabalho que ele deu para dormir de tanta excitação por conta da visita.
Domingo como é de praxe, ficamos um pouco em casa, mas à noite fomos a um aniversário infantil de outro Henrique em Campinas. O que valeu para rever velhos amigos de trabalho e igualmente falar das velharias do tempo de trabalho.
Agora é começar a semana ver se não há surpresas nem imprevistos... Pelo menos esperamos que não!
Neste fim de semana recebemos a visita da vovó, prima Isabela e respectivos Fran e Dé que foram passear no parque temático em Vinhedo, e aproveitaram para nos fazer uma visita. Incrível foi ver a felicidade do bebê quando reconheceu todos eles na sexta-feira e mais incrível ainda foi o trabalho que ele deu para dormir de tanta excitação por conta da visita.
Domingo como é de praxe, ficamos um pouco em casa, mas à noite fomos a um aniversário infantil de outro Henrique em Campinas. O que valeu para rever velhos amigos de trabalho e igualmente falar das velharias do tempo de trabalho.
Agora é começar a semana ver se não há surpresas nem imprevistos... Pelo menos esperamos que não!
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Um fim de semana acelerado
Neste fim de semana estivemos na casa dos padrinho Mauricio/Luciana para comemorar a data de aniversário dele; e como era de se esperar, animação não faltou pra turma toda que esteve por lá.
Quando se tem muita gente em um mesmo ambiente o primeiro contato do bebê com o local sempre gera estranheza e ele inicia uma análise desconfiada de onde está, acabando algumas vezes estranhando as pessoas e dessa vez não foi diferente. Para nossa sorte, é só uma questão de tempo para que ele volte ao ritmo normal.
A propósito, este fim de semana o garoto fez a tão preocupante incursão ao vaso satinário (que naturalmente boa parte das crianças fazem uma vez na vida). Por sorte havia alguém acompanhando e que rapidamente o retirou do banheiro direto para uma garrafa de alcool 70.
Outra "aventura" foi no aniversário do amiguinho Henrique onde o nosso Henrique foi amarrado num briquedo que arremessa as crianças para o alto e a nossa alegria foi perceber que não tem medo de aventuras mais radicais.
Ou seja: quando mais velho, provavelmente teremos um filho destemido tanto para água quando para os céus!
Que venha um futuro seguro!
Quando se tem muita gente em um mesmo ambiente o primeiro contato do bebê com o local sempre gera estranheza e ele inicia uma análise desconfiada de onde está, acabando algumas vezes estranhando as pessoas e dessa vez não foi diferente. Para nossa sorte, é só uma questão de tempo para que ele volte ao ritmo normal.
A propósito, este fim de semana o garoto fez a tão preocupante incursão ao vaso satinário (que naturalmente boa parte das crianças fazem uma vez na vida). Por sorte havia alguém acompanhando e que rapidamente o retirou do banheiro direto para uma garrafa de alcool 70.
Outra "aventura" foi no aniversário do amiguinho Henrique onde o nosso Henrique foi amarrado num briquedo que arremessa as crianças para o alto e a nossa alegria foi perceber que não tem medo de aventuras mais radicais.
Ou seja: quando mais velho, provavelmente teremos um filho destemido tanto para água quando para os céus!
Que venha um futuro seguro!
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