Quinze anos são para muitos um tempo eterno. Para nós, o tempo não serviu de justificativa para nada. Levamos estes anos todos como boa parte de casais que possuem relacionamentos de longa duração: um dia de cada vez.
Dessa vez não houveram grandes celebrações, reforço nos votos ou qualquer outro protocolo de promessa de mais tempo juntos. Os pais lembraram, os amigos (André, Priscila e filhos) vieram nos visitar e o bebê estava bem tanto emocionalmente como fisicamente. No fundo era exatamente isso que precisávamos: boas companias, pessoas especiais lembrando da data e nenhuma preocupação a não ser repetir o que foi um mote desde o dia derradeiro do "sim!": nos divertimos e rimos muito...
Só esperamos que amanhã ainda continuemos assim!
quinta-feira, 15 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
hm, doisch, têsh, cattm, seish, ocm
É assim que o bebê repete quando apresentamos os números! Os números 5,7 e 9 ainda são meio indecifráveis do ponto de vista fonético, mas são repetidos à exaustão causando embasbacamento tanto nosso quanto de quem houve. Inclusive podendo apontar para os números aleatóriamente e perceber que ele os reconhece e identifica cada algarísmo!
Claro que sabemos que o bebê aprende e que em teoria ele está seguindo uma evolução de uma criança normal, porém isso não nos deixa menos orgulhosos em saber que a forma de assimilação que este serzinho possui é deliciosamente admirável.
Há outras palavras que começam a povoar o vocabulário: ácum (água), nã (não), êche (isto ou aquilo) e os mais gostoso "papaiiiii" e "mamãiiiii". Não há como deixar de admirar.
E como dizem os pais para a evolução dos seus filhos: parece que foi ontem que ele nasceu!
Claro que sabemos que o bebê aprende e que em teoria ele está seguindo uma evolução de uma criança normal, porém isso não nos deixa menos orgulhosos em saber que a forma de assimilação que este serzinho possui é deliciosamente admirável.
Há outras palavras que começam a povoar o vocabulário: ácum (água), nã (não), êche (isto ou aquilo) e os mais gostoso "papaiiiii" e "mamãiiiii". Não há como deixar de admirar.
E como dizem os pais para a evolução dos seus filhos: parece que foi ontem que ele nasceu!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
A Rotina da primeira vez
Em mais uma semana, parece que temos agora muito menos tempo para o lazer e mais compromissos rotineiros.
Passamos boa parte da semana em um ritmo que para alguns seria considerado acelerado, enquanto para nós isso só faz parte do dia-a-dia.
No fim de semana passado fomos a primeira festa junina da escolinha, seguimos com a primeira reunião de pais, continuamos com o primeiro passeios com os amiguinhos da vizinhança até o parque local, ouvimos pela primeira vez ele chamar a vizinha "Pri", foi a primeira vez que ele começou a mexer nas ferramentas enquanto consertava o carrinho dele, e fechamos com a primeira ida a um restaurante localizado em uma área rural. Em todas as situações vimos o bebê se adaptando muito bem, porém reclamando bastante nos casos onde foi tolhido de brincar ou de ultrapassar as barreiras da segurança.
Bom... ter filhos pequenos não é tão rotineiro assim. Há sempre uma novidade de primeira vez.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Mesmo com cuidados, não sabemos o que vai da nossa vida amanhã.
Semana passada foi realmente de surpresas.
Começando na terça onde acordamos e, como o bebê estava dormindo, fomos tomar café e deixamos ele deitado sozinho em nossa cama e escorados por travesseiros. Nosso susto foi quando ouvindo um barulho seco e um pequeno choro. Saimos desesperados e vimos que ele havia caido da cama quando estava dormindo e que por uma felicidade o travesseiro que servia de apoio amorteceu a queda e o choro foi só por conta do susto dele em ter caído.
Na quinta passada recebemos a notícia de que a avó paterna não resistiu a duas paradas cardíacas e aos 94 anos ela se despediu deste plano sem ter a oportunidade de ver seu bisneto mais temporão, que estava planejando visitá-la em outubro.
No restante, foi uma semana de ritmo atípico por conta dos jogos da Copa do Mundo, onde incrivelmente o país literalmente pára devido a paixão chamada futebol. E vamos que vamos... a vida precisa continuar.
Começando na terça onde acordamos e, como o bebê estava dormindo, fomos tomar café e deixamos ele deitado sozinho em nossa cama e escorados por travesseiros. Nosso susto foi quando ouvindo um barulho seco e um pequeno choro. Saimos desesperados e vimos que ele havia caido da cama quando estava dormindo e que por uma felicidade o travesseiro que servia de apoio amorteceu a queda e o choro foi só por conta do susto dele em ter caído.
Na quinta passada recebemos a notícia de que a avó paterna não resistiu a duas paradas cardíacas e aos 94 anos ela se despediu deste plano sem ter a oportunidade de ver seu bisneto mais temporão, que estava planejando visitá-la em outubro.
No restante, foi uma semana de ritmo atípico por conta dos jogos da Copa do Mundo, onde incrivelmente o país literalmente pára devido a paixão chamada futebol. E vamos que vamos... a vida precisa continuar.
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